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Roberto Carlos, o dono do tempo

Uma entidade – a expressão é a que melhor define Roberto Carlos hoje na sociedade brasileira. Isto significa, em linguagem mitológica, digamos, uma via láctea além da celebridade. A constatação é imediata a bordo do Projeto Emoções em Alto Mar 2019, que singra o oceano em direção a Santos, escala final, amanhã, dia 20, da viagem iniciada dia 16 de fevereiro. Lá, existe um universo sentimental único, um encontro de natureza bastante especial.

 

Dentro do navio Costa Favolosa, é possível ser simplesmente fã, viver Roberto Carlos vinte e quatro horas por dia. O som ambiente reproduz sem parar as canções que ele fez para todos nós, as atrações combinam a rotina usual dos cruzeiros com atividades de eleição do Rei e, cereja irresistível do bolo, há um show modelado para o ambiente, no teatro flutuante, muito mais aconchegante do que as apresentações habituais. De certa forma, o que acontece a bordo é um mergulho no universo do cantor.

 

A rigor, a proposta é exatamente esta, tornar mais próximo, palpável mesmo, o grande astro, ainda que não seja possível, com mais de 3000 passageiros, instaurar uma confraternização ampla, geral e irrestrita. O astro permanece à distância, mas está ali, magnético. Para muitos fãs – a maioria – a proximidade com Roberto Carlos se dá apenas num dos shows, num total de três, para atender ao contigente numeroso de viajantes. Com alguma sorte, existe a possibilidade fugidia de vislumbrá-lo no show de Tom Cavalcanti, acompanhar a sua participação no Karaokê, esbarrar com ele na boate ou no cassino.

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